sábado, maio 31, 2008

Atendendo a pedidos.

Não queria fazer isso. Não quero, acho que cria mais mal do que bem. Mas, fiquei puto. E contra raiva, não há argumentos. Tento não fazer, mas não consigo. Lá vai.

Danilo Lemos nunca te privaste de dizer que não gostou de um texto meu e, dado nossa cumplicidade, nunca me ofendi. Eu sou o primeiro a me criticar, e não posso ficar com raiva de quem o faz. Seu texto é auto-promocional e já conversamos que não gosto da utilização do senso comum assim (ocasião que você concordou). Foi um texto vaidoso e para se envaidecer. Como diz a música que um grande amigo seu escreveu sobre você, você só fala de si mesmo. Acho isso, no senso comum, um péssimo precedente. Nesse contexto, não quis comentar a sério, a princípio, já que ou iria mexer com sua vaidade ou iria contribuir para ela. Preferi a piada. E gosto do estilo "piada de repetição", como em Família da Pesada. Uma piada contada 20 vezes ainda é uma piada. Você, Danilo Lemos, adora esse tipo de piada. Já cansei de faze-las contigo. O André está certo, quem não entende uma piada desse tipo, ou não tem senso de humor, ou não é capaz de tratar o assunto com senso de humor. Vocês, fumantes enfezados que não tratam a piada com senso de humor, coloquem as mãos sobre as cabeças e reflitam se vocês mesmos não se consideram errados. É uma boa razão para não se tratar uma piada com senso de humor. Não é algo errado ceder um pouco à pressão da mídia. Talvez, de tanto ouvirem isso, parte de vocês se acha errados. Eu não acho, mas não perco uma boa piada. Observem, meus argumentos não serão anti-tabagistas. Eu não sou um anti-tabagista clássico.

"Eu ia começar a escrever um texto engraçado. Mas fiquei puto. O César Maia, que é um prefeito de merda, que está sempre envolvido em escândalos seja quando “ganha” um apartamento em São Conrado (isso mesmo, alguém doou o apartamento pro prefeito)(sim, ele é um babaca) ou em maracutaias do propinoduto e outras, proibiu, por decreto, o fumo em locais fechados no Rio de Janeiro(há um erro jurídico nessa afirmação, mas foda-se). Eu sou fumante,(primeiro ponto importante: você é fumante. Você tem um hábito que pode ser considerado um vício. Não, não sou contra vícios, de princípio. Mas, vício devem ser tratados como tal. Seu vício faz com que você fume em períodos curtos, 10 em 10 minutos ou coisa assim. Por ser vício, ficas irritadíço e ressentido se não fumas. Isso tem que ser levado em discussão no momento de comentarmos a tal lei.)e vou discutir esse assunto depois de lembrar que quando cidadãos cariocas protestaram contra os altos valores cobrados sobre o IPTU, preferindo pagar o imposto em juízo, pois a maior renda da prefeitura vem desse imposto, nosso prefeito disse "Melhor assim, a prefeitura receberá mais juros".
Meu nome é Danilo Lemos, e sou fumante. Logo faço parte dos 30% (aproximadamente)(bem, dizem que são 18%, mas ambas são minorias Minorias devem ser respeitadas, mas com certas restrições. Respeito irrestrito a opção de minorias, formam privilégios.) da população que vem sofrendo a cada dia, com uma marcha contrária a nossa opção. Eu queria fugir um pouco dos discursos hipócritas sobre esse assunto(será que você vai fugir? SERÁ???). Nem queria entrar na comparação entre álcool e tabaco(SERÁ QUE NÃO VAI?). Porque que a porra da garrafa da cerveja não vem com uma fotinho do acidente do Edmundo que matou uma galera, ou umas estatísticas de morte por acidente de carros de motoristas alcoolizados ou de espancamento infantil de pais alcoolizados(Ih, não fugiu nem da comparação nem dos discursos hipócritas, que pena). Até porque não é isso que me irrita.
Sabe uma coisa que me irrita? Na matéria do jornal “O Globo Online”, que mostra umas pesquisas e fala de como o Rio de Janeiro é pioneiro na “batalha” anti-tabagista, os comentários das pessoas que defendem o fumo, são apagados!!!! Tipo 1984, sabe? E ainda é idiota, pois os não fumantes respondem aos fumantes. Então fica claro que um fumante postou o comentário e foi censurado!!!(Não há isenção de imprensa, concordo. Aliás, tal conceito não existe. Todo ser humano condiz com sua cultura. O correto seria ter um aviso em cima da Veja escrito: "Somos tucanos com tendências DEMoníacas", mas assim não o é. Sim, eu acho isso uma merda absoluta e completa. Mas, segue a dica: "Como manter a democracia com os meios de informação privados? Faça um jornal chamado "Fumantes", ou espere a Souza Cruz fazer")
Sabe o que mais me irrita? Me irrita, num planeta cheio de problemas sérios, pessoas preocupadas movimentos anti-tabagistas e em lutas “sérias” contra a extinção dos ursos pandas, que são animais que são culpados do seu próprio risco de extinção(bem, milhares de coisas me irritam, não fico enumerando-as toda vez que as coisas não vão do jeito que eu não gosto. Criticaste nossa falta de argumentos, quando NUNCA quisemos expo-los, é antidemocráticos exigir dos outros argumentos. O problema é: VOCÊ NÃO EXPOS UM MÍSERO ARGUMENTO PRÓ-CIGARRO. Criticaste o mundo, num acesso de raiva sem porquê, e acha que isso é argumento pró-cigarro. Nesse ponto, eu expus um argumento: "Um erro não justifica o outro". Se a cada merda que olharmos, resolvermos cagar na rua, as cidades serão um grande rio de merda.) Me irrita, uns babacas dizerem que os usuários de cigarros dão despesas a saúde pública quando doentes, esquecendo da porra dos impostos que pagamos quando compramos um maço de cigarros(A proibição do fumo, segundo estudos da OMS e do Morgan Stanley, acarreta, ao longo de 10 anos, numa alta de 10% no PIB. Coisa para caralho. As contas de saúde pública são uma das razões. Existe quem discorde do estudo, como a Phillip Moris, mas o argumento é aterrorizante. Segundo eles, o cigarro faz bem para uma economia por desobrigar o estado a pagar algumas aposentadorias de mortos por enfizemas e câncers. Não preciso nem comentar o nazi-stalinismo ultra-moderno dessa afirmação. Bem, o cigarro não é proibido, e sou contra sua proibição. Mas, como o estado faz para cobrir essas despesas e de quebra desincentivar o consumo? Taxa pesadamente o cigarro. Isso tem uma vantagem, um problema e um problemão. Vantagem: menos gente fuma. Mais receita, como você disse, Danilo? Não. Com menos gente fumando, menos imposto são pagos. Essa curva chega a um nível ótimo de arrecadação. Aumentar o imposto não faz arrecadar mais. O problema é que o nível ótimo de arrecadação é MUITO inferior aos gastos que a economia de um país tem com os malefícios à saúde do cigarro. Por sinal, se as pessoas não fumasse comprariam outros produtos, que também são taxados. Os únicos produtos isentos no Brasil são os livros. Se as pessoas fumassem menos, mas comprassem mais livros, o governo arrecadaria menos, mas sinceramente, eu acharia ótimo, vocês não? Faltou o problemão. O problemão é que, mesmo o cigarro sendo um produto barato e ocupando muito espaço, se comparado com um aparelho eletrônico, o cigarro é um dos produtos mais contrabandeados do Brasil. Aumentar o imposto sobre cigarros aumenta o contrabando, e contrabando, como é um crime organizado, incentiva diversas outras atividades criminosas. Mesmo considerando todos os problemas econômicos causados, não sou a favor da proibição do fumo. Acho que é um preço que a democracia tem que cobrar. Acho que a maioria tem que pagar pela minoria que fuma, não acho isso errado. A democracia não tem preço.) Sabe o que me irrita, de verdade? Eu vejo em bancas de jornais, um mural de mulheres peladas num culto horrível ao consumismo e a objetificação do ser humano(um erro não justifica o outro e a total liberalização do cigarro, não vai tornar as mulheres menos objetificadas, apesar de tornar os dentes delas verdes), eu vejo uma amiga ficando feliz porque pagou R$400,00 reais (barato!) a um policial pra ele não apreender o seu carro que estava sem vistoria(contrabando incentiva a corrupção policial. Um dos maiores produtos contrabandeados do país é o cigarro. Comprem cigarros que entraram legalmente no país, apesar de ser impossível saber qual foi), eu vejo a morte de uma menina 5 anos virar novela e entreterimento e saindo da primeira página porque uns repórteres acharam divertido pesquisar a vida sexual do Ronaldinho(UM ERRO NÃO JUSTIFICA O OUTRO, E COMENTAR UM ERRO NÃO É ARGUMENTO PARA OUTRO). Eu vejo umas moças me perguntando se é normal o namorado delas, quando está puto, bater nelas(Um erro, outro erro, estou ficando cansado. Aliás, o namorado delas fuma ou isso é uma nova comparação entre tabaco e álcool?).
E eu acho que era simples resolver(claro, sempre achamos tudo simples de resolver. Tudo é sempre simples) algumas questões como, se em locais fechados pode fumar ou não. Não seria simples pedir pros donos dos estabelecimentos resolverem? Por exemplo, a gente fazia uma lei, obrigando o dono do estabelecimento dizer se aquele lugar pode fumar, ou não. Não vivemos no capitalismo? Vamos dar então asas a ele. Se o cara colocar que pode fumar, quem não fuma e se incomoda com que fuma, não vai. E aí, se o cara falir, o problema é dele. No lugar que não pode fumar, pois o dono escolheu assim, o babaca que fuma não entra, dando mil liberdades pra quem não fuma ver um filme, escutar uma música, comer um sanduíche, ou encher a cara e morrer com cinco adolescentes dentro do carro, como aconteceu recentemente na lagoa, bairro nobre da cidade do Rio de Janeiro. Somos só 1 bilhão e 200 milhões de pessoas contra o resto... teoricamente, perderíamos fácil. Mas existiriam lugares democráticos onde fumantes poderiam continuar com seu vício feio e fora de moda.(Cara, você simplificou em demasia um problema. E o problema de simplificar um problema é que você o subestima. Subestimando, ele te vence sempre. Primeiro, nenhum decreto ou lei municipal pode impedir alguém de abrir um estabelecimento com o intuito de se fumar dentro. O Cesar Maia nunca teria força política suficiente para se opor a todos os judeus e árabes podres de ricos que frequentam Narguiles Cafés ou que abriram esses estabelecimentos por puro hobbie. Ele não poderia impedir o funcionamento de tabacarias. A lei não se prestou ou mesmo tentou isso. O Cesar Maia nem pensaria em ousar fazer isso. Segundo ponto, a sua "solução" é exatamente o sistema que acontece hoje. Só que ele não funciona. Se fores a qualquer boate do Rio de Janeiro, e em vários restaurantes, encontrará avisos de proibido fumar ou de fume preferencialmente em tal lugar. Já experimentaste abordar um fumante e pedir que ele leia um aviso desses? Bem, tente. Posso te garantir que os avisos não bastam. Então, o que? O estabelecimento poderia repreender essas pessoas. Sim, e o que acontece quando repreende? Muitas dessas pessoas cagam. Outras entram com processos judiciais. Daí, se gera umas distorções horríveis. Acusa-se o dono do estabelecimento de preconceituoso. Imagina que um segurança vê duas lésbicas, dois gays e dois negros, mas não vê que dois coroinhas fumaram no banheiro. Fudeu, processo judical, Anselmo Goes, quiprocó infernal. Bem, na última quinta fui à Casa da Matriz. Lá dizia em letras garrafais e na entrada, "Fumar preferencialmente no segundo andar". Não vi um fumante no segundo andar, mas vários nos primeiros. Então, Caio, você diz que todo o fumante é babaca e desrespeita os outros? Não, não digo. Digo que fumar é um vício. E, que o Danilo, por exemplo, fuma de 10 em 10 minutos. Se ele passar 6 horas na Casa da Matriz, ele vai fumar uns dois maços de cigarro. Se ele fosse obedecer a norma estabelecida pelo dono do estabelecimento, como ele disse que seria a solução para os lugares fechados, ele teria que subir e descer a escada umas 50 vezes, se ele quisesse permanecer na pista do primeiro andar. Logo, em sua cabeça, as seguintes opções pipocariam: "Não fumar, ou subir trocentas vezes uma escada e ficar com as pernas doloridas, ou ouvir músicas que não quero, ou desobedecer". Adivinhem o que os frequentadores fumantes da Casa da Matriz fizeram? Desobedeceram. E boa parte dos fumantes, como boa parte dos não fumantes, não tem o mínimo de consideração pela opção dos outros, ao contrário do Danilo que respeita os outros não gostarem de fumo. Conclusão, no dia seguinte, mesmo após um bom banho, que perguntaram: "Onde você foi ontem? Você está com cheiro de cigarro". De tanto isso acontecer, passei a dormir numa rede depois de ir em boates, para que meu colchão não ficasse com cheiro de cigarro. Eu sou maioria, a lei e a norma do estabelecimento estão do meu lado, eu não fiz nada de errado com ninguém, não ofendi, não agredi ninguém. Mesmo assim, fui extremamente desrespeitado. Logo, Danilo, essa que você diz ser a solução não resolveu meu problema, apesar de deixar um monte de babacas que desobedecem as leis impunes. Então, de que serve esse decreto? Esse decreto tem duas funções para resolver meu justo problema. A primeira é multar os estabelecimentos que não tiverem peito de manter suas próprias normas e evitar que eles sejam processados e difamados por cumprir as normas. A segunda é permitir que eu, não-fumante desrespeitado, aja contra alguém. Ou seja, como é impossível que eu, pessoa comum, processe um por um dos fumantes da Casa da Matriz, eu posso processar o estabelecimento. Com isso, o estabelecimento se vê forçado a ou arranjar um espaço aberto para fumódromo, ou expulsar os fumantes. Tá longe de ser o ideal. O ideal seria todos termos mais respeito aos outros, mas como vimos nesse blog, não é fácil.)


Não seria lindo? O captalismo não é isso, minha gente? Ou a gente tá entrando numa de ficar saudável? Vamos proibir Mc'Donalds também? Essa porra dá cancer com certeza! É justo você legislar sobre tipos de locais de uso de mercadorias legais? Com essa lei, eu não posso abrir um espaço fechado chamado "fumantes". Só pra pessoas que fumam. A lei me impede do exercício da democracia.(falso, falso e falso. A lei não impede o exercício da democracia. Fumantes podem fumar em lugares abertos, onde a fumaça se dissipa rapidamente e não agride os outros, fumantes podem fumar em suas próprias casa, fumantes podem fumar em fumôdromos, fumantes podem fumar em lugares que permitam expressamente o fumo. Se o Mc'Donalds desse câncer em todos que sentissem o cheiro de suas porcarias, eu seria o primeiro a pedir a restrição de Mc'Donald a lugares fechados.)
Mas eu falo isso, porque eu sou fumante. E fumantes não sabem o que dizem(fumantes sabem o que dizem. Sabem que é um vício, mas que isso nao é intrinsicamente ruim. Sabem que existem milhares de estudo que dizem que fumar faz mal. Sabem que a mera fumaça faz mal. Mas, mesmo assim, muitos fumantes não ligam para os demais). Os fumantes são mais escrotos até que os políticos do ex-PFL, agora DEM. São mais escrotos que essa corja de repórteres de merda, que censuram comentários sobre uma matéria numa tentativa turva e desesperada de tentar guiar opiniões. Os fumantes são mais escrotos que todo mundo. E eu achando que eu era mais legal que o César Maia.(Você é mais legal que o César Maia. Não muito, mas com certeza é mais legal. Porra, que merda de frase é essa? É difícil ser menos legal que o César Maia e bem mais difícil ser mais legal que você)."

Sobre os comentários e argumentos subseqüentes

A máfia siciliana é anterior à Lei Seca. Errei ao dizer 400 anos, porque as atividades criminosas cometida pelos antepassados da máfia na Itália não são precisamente atividades criminosas mafiosas. Ainda assim, os italianos chegarem em Nova Iorque antes da Lei Seca, e muitos cometiam diversos delitos, como a chantagem, assalto a bancos e (pasmem!!!) contrabando de cigarros. Frank Yale, chefe e mentor de Al Capone, já era mafioso desde 1912, e a Lei Seca entrou em vigor em 1920. O próprio Capone entrou na máfia antes da Lei Seca. Mas, esse é um argumento periférico pequeno.

Sobre acunpunturas, bailes funks e válvulas de escape, sinceramente, isso não foi argumento. NOVAMENTE, UM ERRO, OUTRO, UMA MERDA, CAGAR UM RIO DE MERDA EM TODAS AS CIDADES DO MUNDO.

Sobre mudar o foco de assuntos mais sérios, não entendo mesmo. Se a mídia é que está fazendo um estardalhaço sobre anti-tabagismo, para que ela precisaria mudar o foco? A mídia são os meios de comunicação, se ela não quiser informar alguma coisa, ela não informa, se quiser reduzir o espaço de certas informações, ela pode. Para que a mídia, que em matéria de opinião pública já é toda poderosa, vai usar de ardis inferiores para manipular a opinião pública? Esses interesse escusos e ocultos de gente escusa e oculta é paranóia de personagem de quadrinho "B", e não condiz com um mínimo de inteligência.

Sobre me mandar, junto com os demais não-fumantes, às favas, grato pela delicadeza, porque em resposta, eu mando é tomar no olho do cu, mesmo.

Sobre me chamar de besta, eu saio de novo baiano e digo que besta é(sic) tú. Sobre falar mal de samba e futebol, sugiro ingestão de cicuta. Te fará uma pessoa mais feliz.

Sobre uma grande pressão econômica anti-tabagista, sinceramente, não entendo. O cigarro é uma indústria muito rica. É um dos maiores lobbies no nosso congresso, no congresso americano e etc. A Nike está cagando bolos para as pessoas fumarem. Não é porque os fumantes correm menos que consomem menos artigos esportivos. Se assim fosse, eles estariam atacando a obesidade, mas não estão. A Nike é uma empresa menor que a Phillip Moris. Sobre vender remédios para gente saudável, os remédios anti-tabaco são um bom exemplo. E a existência deles exige um número maior de fumantes. Assim, para aumentar a venda de tais remédios, a mídia deveria dizer que cigarro é ruim, mas o estado deveria ficar completamente inerte sobre proibição. Bem, sobre todo o argumento econômico vou sintetizar com: a China tem o maior percentual de fumantes. Lá, o estado manda em tudo. Lá, os lobbies não existiram por anos e são comparativamente fracos. Ainda assim, lá se vende cigarros eletrônicos e muitos. Lá tem menos possibilidade de mega-conspiração econômica anti-tabagista, mas mesmo assim tem pressão anti-tabagista. É tão difícil acreditar que cigarro incomoda uma maioria que por conta disso age contra o cigarro? É tão difícil acreditar que um diretor de jornal não fuma(como 82% ou 70% da população) e por conta de sua opinião pessoal veiculas notícias anti-tabagistas? Caralho, 80% ou 70% da população não fumam, eles não precisam fazer pressões econômicas, eles podem fazer pressões sociais, pressões ideológicas. Eles não só podem como devem. Não se deve proibir ninguém de emitir opinião. A opinião da maioria não é anti-democrática por ser distinta da opinião da minoria. A opinião da maioria não deve ser silenciada para a minoria poder falar. A minoria deve falar apesar de falar mais baixo. Se a minoria falasse mais alto, não estaríamos num espaço democrático. Cansei, parei. Mas, isso é só o princípio de minhas críticas.

29 Comentários:

  • Oi Caio,

    você sabia que a incidência de Parkinson, Alzheimer e alguns tipos de câncer de mama e pele, por exemplo, é menor em fumantes? Apenas para citar alguns argumentos a favor. A favor no âmbito individual, é claro. Ninguém é obrigado a respirar a fumaça dos outros. Esse site (www.forces.org) dismitifica muita coisa a respeito do cigarro.
    Um abraço!

    Por Anonymous Anônimo, Às sábado, maio 31, 2008  

  • Queria dizer que, como daltônico, acho uma sacanagem a diferenciação de origial e comentário ser a cor... Um italiquinho caia bem.

    Escrever é errado.

    http://biotecnovas.blogspot.com/2007/03/fumantes-eletrnicos.html

    O mais bizarro é que com esse debate todo ninguem falou até agora sobre o paralelo entre a indústria de jogos e a do tabaco. Ainda mais com o aparecimento do WII, que para piorar é todo branco.

    Por Blogger André Pessoa, Às sábado, maio 31, 2008  

  • eu nao vou me perder tentando explicar as alegorias que usei antes, e ao contrario do danilo eu realmente nao vou fazer isso . pq voce simplesmente nao conseguiu entender a estrutura do argumento (a tua interpretacao de pq fiz alusao aos jogos e ao samba me levam a pensar assim).

    primeiro ponto: supostamente, o que legitima esse sistema juridico politico que da poderes a uma autoridade publica pra restringir comportamentos 'e uma interpreta'cao de que a vontade da maioria deve ser expressa, mas os direitos de minorias devem ser preservados. de outra forma nao haveria sequer justificativa para a manutren'cao de um poder legislativo, a principio responsavel por representar as minorias nao contempladas pelo executivo majoritario.

    segundo ponto: os exemplos e alusoes ilustram apenas que cada um dos argumentos elecados para se sustentar o proibicionismo 'e falho e tendencioso, na medida em que suya observacao isenta levaria a restricao de mais uma serie de outras coisas que nao parece plausivel querer proibir.

    terceiro ponto: nao me parece auto promocao, mesmo que auto referente, um texto que defende uma posicao claramente identificada com uma porcao consideravel de pessoas

    Por Blogger Cascarravias, Às sábado, maio 31, 2008  

  • o wii 'e uma amea'ca ao tabagismo; como fumar com aquelas luvas de cyborg?

    Por Blogger Cascarravias, Às sábado, maio 31, 2008  

  • Correção: o site anteriormente citado não "dismitifica" coisa alguma porque essa palavra não existe, ele sim, desmitifica bastante coisa a respeito do cigarro.

    Confiram! www.forces.org

    abraço

    Por Anonymous Anônimo, Às sábado, maio 31, 2008  

  • Cascarravias, juntei elementos suficientes para terminar minha análise. És uma besta. O simples fato de eu não ter me retido muito tempo na análise dos seus "argumentos"(que são muitos similares aos dos demais já criticados), não indica em nada que "não entendi suas alegorias". Terei a última delicadeza de comentar as ditas "alegorias", já que estás tão afoito.

    "desde quando o fato de o senhor considerar algo errado serve de medida pra legislar sobre o assunto? aliás, desde quando em um sistema dito democrático, o fato de uma porção de pessoas acharem isso errado constitui razão suficiente pra se proibir a um terço da população que faça algo, achando certo ou errado? sinteticamente, desde quando a noção de certo ou errado serve como base pra legitimar uma determinação dessas?(senhor, estude o mínimo de nosso sistema democrático e perceberás que nosso ordenamento jurídico tem como uma das fontes a moral. Se perceber bem, a moral é sim composta de noções de certo e errado e, como a moral é atrelada a toda a sociedade, minha opinião influi sem dúvida em nosso ordenamento jurídico. O conceito de legitimação foi muito mal aplicado.)

    a demonizxação do tabagismo é mais uma faceta do discurso sanitarista utilizado pra controlar os cidadãos.(paranóia barata) Utiliza-se um argumento pretensamente científico pra camuflar motivações políticas.(que motivações? Bem, volto a dizer, se é a mídia que tem esse discurso, e se ela já é toda poderosa, porque a utilização de ardis tão baratos? a mídia realmente precisa disso, ou isso foi tirado de alguma teoria conspiratória babaca?) se a saúde pública fosse realmente uma preocupação, coca-cola, enlatados e fast food seriam proibidos também. (um erro não justifica outro, e o cigarro em lugares fechados só pode ser comparado à enlatado, fast-foods e coca-cola, se estar em local fechado nos forçasse comer essas coisas. Ou seja, se você me provar que sou obrigado a beber coca-cola ao entrar em um cinema, como sou obrigado a tragar cigarro, estarei convencido.)

    Se o problema é a poluição do ar (como um outro comentador que reclamou do nosso fedor)(o tal hugo não falou de poluição do ar. Não confunda fumaça em ambientes fechados com carros. O excesso de carros é um problema, mas ninguém em são juízo acharia que um carro na rua nos obriga a respirar tantos detritos como uma baforada de cigarro na cara.), que se proiba a circulação de carrois e ônibus, maiores poluidores da atmosfera terrestre.(caralho, lugares fechados não são atmosfera terrestre.)

    A vida em coletividade acarreta certos ônus.(clichê barato) Eu não tenho carro, mas engulo fumaça de gasolina e diesel, não gosto de samba mas escuto de dentro d aminha casa vindo de casas noturnas ao redor, não torço pra times cariocas mas tenho que pegar ônibus lotado de selvagens em dia de jogo no maracanã(chamar ser humanos de selvagens é bem nazista, se queres saber). nem por isso acho razoável proibir carros, samba ou futebol no rio. (não sou a favor da proibição, ôh besta quadrangular, sou a favor da lei de restrição ao fumo em locais públicos fechados. A vida em sociedade acarretar ônus, inclui, por exemplo, o ônus de deixar de fumar em locais fechados. Robinson Crusoé, em seu exílio da sociedade, poderia muito bem criar uma toca e fumar lá dentro. Esse argumento, pura e simplesmente, diria que a vida em sociedade acarreta o ônus do risco social, da violência, da corrupção social e etc. Os ônus devem ser escolhidos pelo sistema democrático. A porra da lei foi aprovada, caralho.)

    primeiro ponto: supostamente, o que legitima esse sistema juridico politico que da poderes a uma autoridade publica pra restringir comportamentos 'e uma interpreta'cao de que a vontade da maioria deve ser expressa, mas os direitos de minorias devem ser preservados. de outra forma nao haveria sequer justificativa para a manutren'cao de um poder legislativo, a principio responsavel por representar as minorias nao contempladas pelo executivo majoritario.(a divisão de poderes imaginada por Montesquieu tem sim um sistema de contra-pesos, no qual o Legislativo fiscaliza a atuação do Executivo. Chamar o Executivo de vontade da maioria e o Legislativo de defensor da minoria é burrice em alta escala. Se o Legislativo tivesse um mínimo dessa proposta, seu voto não seria proporcional, mas partidário simples. Ou seja, todo partido que tivesse um quórum mínimo teria o mesmo número de representantes(tal sistema foi pensado por outros iluministas, mas nunca foi adotado e não é o fonte de nosso sistema democrático). Se me disser que o Legislativo representa a minoria apenas um pouco, estará menos perto da total imbecilidade, mas dizer que essa é a justificativa mater para a manutenção de um Poder Legislativo é uma análise tão distante da realidade, que sequer pode ser entendida. Você realmente acredita nisso? A função fiscalizatória do Legislativo é relevante para evitar que concentração de poder num chefe do Executivo permita que a maioria seja desrespeitada. É mais fácil um presidente se desvirtua do caminho da maioria que um plenário inteiro. O Legislativo se presta mais à manutenção da vontade maioria, que à inclusão do direito à voz da minoria. Não sei de onde tiraste essa merda, mas foste fundo na latrina)

    segundo ponto: os exemplos e alusoes ilustram apenas que cada um dos argumentos elecados para se sustentar o proibicionismo 'e falho e tendencioso, na medida(construção frasal pobre, que atrapalha o entendimento...) em que suya observacao isenta levaria a restricao de mais uma serie de outras coisas que nao parece plausivel querer proibir.(não cara, não leva a proibição de porra nenhuma. Não tenho argumento pró-proibição porque não sou pró-proibição. Acredito em restrições. Ninguém invade sua casa e torce para um clube de futebol pela sua televisão. Esse argumento de que se fumar faz mal a saúde, proibe a porra toda que faz mal, é paupérrimo. É, novamente, um erro justificando o outro. É a rua cheia de merda, porque "nós somos politizados". Mesmo os argumentos pró-proibição não leva a nenhuma probição posterior, pois a sociedade faz uma análise axiólogica complexa e não um cartesiano absoluto infantil. Não existe isso de "se não pode um, não pode nada". A sociedade é mais commplexa que isso. Se esse pensamento fosse absoluto, eu não poderia podar plantas, porque é errado desmatar. Não notas como esse argumento é imbecil? Não notas como mesmo com os valores sendo absolutos, sua ponderação não o é? Não notas que no caso prático, valores absolutos sempre estarão em contraposição e cabe ao ordenamento jurídico discernir o padrão de comportamento aceito e o abusivo? Esse argumento, de que proibição do cigarro gera a proibição de outras condutas é tão curto, que se utilizado em analogia reversa gera a seguinte conclusão: Se eu posso baforar fumaça na cara dos outros, mesmo sabendo que isso faz mal à saúde dos outros, eu posso dar um tiro nos outros também. Isso é burrice no mesmo grau do Slot. Chega dói acreditar que as pessoas possam ainda ser assim.)

    terceiro ponto: nao me parece auto promocao, mesmo que auto referente, um texto que defende uma posicao claramente identificada com uma porcao consideravel de pessoas(Cara, se eu escrever um texto dizendo que homem de verdade tem mais de 1,90 m, mesmo considerando que boa parte dos homens tem mais de 1,90m, isso será auto-promocional. A existência de pessoas que fazem parte de meu padrão de altura, não exclui a minha auto-promoção. Podes até argumentar que o texto não é auto-promocional, mas a razão que deste é infundada.)

    Essa é a última vez que me dirijo a você com alguma intensão de demonstrar idéias. A partir de agora, serei bestial convosco. Muito grato pela curta estadia de suas idéias em minha mente, mas já vais tarde. Parte do que me disseste será sempre um exemplo em minha retórica. Adeus.

    Por Blogger Caio Almendra, Às domingo, junho 01, 2008  

  • André, daltonismo não afeta a distinção entre colorido e preto.

    Ser daltônico é errado. Reclamar por ser daltônico é um erro imperdoável.

    Por Blogger Caio Almendra, Às domingo, junho 01, 2008  

  • caio, bestialidade 'e pouco pra tua incapacidade de perceber o recurso as alegorias. eu nao conclui isso a partir da nao citacao, mas principalmente por causa da forma como a citacao minima foi feita. francamente, 'e pobreza interpertativa demais. vamos la:

    Por Blogger Cascarravias, Às domingo, junho 01, 2008  

  • Não sabes o significado da palavra alegoria. Procure em um dicionário. Não use palavras bonitas se não sabe suas semânticas.

    Por Blogger Caio Almendra, Às domingo, junho 01, 2008  

  • primeiramente, nao estou afoito por nada. teu discurso 'e tao pretensioso que voce reveste cliches com linguagem pedante e acha que esta respondendo algo, quando na verdade esta repisando a mesma interpreta'cao pobre dos exemplos levantados.

    senhor, estudar o minimo e o maximo do sistema democr'atico 'e meu of'icio. nao 'e o NOSSO sistema que 'e baseado na moral disseminada, mas TODO ordenamento juridico deriva disso. o conceito delegitimacao foi adequadamente usado pq se referia ao fato de SUA moralidade especifica, ou de um grupo especifico que seja, nao constitui razao 'publicamente justificada' pra qualquer restricao legal. isso pq ele se diz democratico, e isso envoolve a protecao a 'moralidades' discordantes.

    tratar o discurso como demonizante pode passar por paran'oia barata pra quem nao conhece o historico do recurso ao sanitarismo como discurso de facil aceitacao pra travestir intencoes politicas pouco confessaveis. conhece a historia da revolta da vacina? conhece os argumentos levantados por agencias internacionais do inicio do seculo passado pra iniciar o proibicionismo das drogas, todas elas? vale uma conferida. essas motiva'coes nao sao exclusivamentre da midia, que de resto nao tem interesses particularizados e isolados de outros grupos sociais. sao interesses politicos de grupos interessados em consolidar hegemonia.

    um errio nao justifica o outro, mas o recurso a coca cola e fast food so serviu pra demonstrar como a preocupacao com a saude publica nao pode ser levantado como razao pra justificar publuicamente a restricao na medida que a mesma saude p'ublica 'e ignorada em outros aspectos. ta vendo como vc nao apreende as alusoes?

    alguem em sa consciencia nao pode comparar a baforada de cigarro com os detritos da queima de combustiveis automobilisticos pelo simples fato de que esses automoveis sao responsaveis por em torno de 70% das particulas poluentes na atmosfera. todos os fumantes do mundo juntos nao alcan'cariam o prejuizo causado pela frota de uma unioca grande cidade. e andando em ambientes abertos, avenidas, parques ou o que seja, respiro essa porcaria independente da minha vontade. lugares fechados nao sao a atmosfera, tanto pior pros emporcalhadores da atmosfera, nao?

    Por Blogger Cascarravias, Às domingo, junho 01, 2008  

  • agora, relendo a citação que fiz às suas alegorias, percebo como foi uma citação brilhante. Tratei você com humor e distanciamento. Neguei completamente sua capacidade de fazer cometários. Neguei essa balela retórica de que deveria contra-argumentar qualquer idiota que encontro na rua. Simplesmente disse o que faria o mundo mais feliz e satisfeito, uma bela ingestão de cicuta ao idiota completo. Lindo, como poucas coisas. Perfeito em cada detalhe.

    Por Blogger Caio Almendra, Às domingo, junho 01, 2008  

  • o cliche do onus da vida coletiva me pareceu necessario pra quem nao 'e capaz de entender que a birra com meus habitos nao constitui motivo pra legislar sobre o assunto. cliche barato e de orienta'cao ideol'ogica detest'avel 'e abstrair os demais elementos e chamar de nazista a referencia ao comportamento 'pouco civil de torcedores agitados' assim ta mais politicamente correto?). igualmente cliche, e de orientacao ideologica tambem condenavel 'e o recurso a robinson crusoe. seres sociais nao se prestam a experimentos desse tipo.

    tuas considera'coes sobre o sistema de freios e contrapesos de montesquieu e a pretensa nega'cao do papel do legislativo como guardiao dos direitos de minorias s'o demonstra confusao e ignorancia. Se vc resalmente leu montesquieu vale uma relida. depois le Locke, ajuda. pela dificuldade interpretativa das proposi'coes ai contidas, talvez seja o caso de recorrer a algum desses comentadores. pega o volume um do classicos da politica, organizado pelo weffort, que ele meastiga tudo direitinho e te poupa dor de cabe'ca advinda de atividade mental a que nao esta acostumado. e depois talvez veja algo sobre constitucionalismo brasileiro, pra ver quais sao as bases teoricas que instruiram a formacao do aparato institucional dos tres poderes no brasil. no final de tudo, voce ainda faz uma salada indigesta entre bases de legitimidade da divisao de poderes (que foi o que mencionei) com sua pr'atica historica (o papel que tal ou qual poder efetivamente cumpre na realidade concreta), que necessariamente 'e diferentre da teoria. Eu posso te indicar uma lista bem grande de t'itulos saidos da latrina de onde tirei isso, que eu chamo de biblioteca. Caralho, como pode uma vis'ao tao pueril do papel e das bases do legislativo ser tao arrogante?

    sinceramente, verborragia pedante, vazia e pretensiosa, 'e o que acho desse teu coment'ario. pela terceira vez, lendo outra volta que vioce deuy pra desqualificar as imagens que foram levantadas, fica claro como voce nao 'e capaz de descolar o raciocinio de modelos formatados e fechados a revisao. e ainda pincela ataques bobos aqui e ali pra tentar minar as bases do argumento contreario, que via de regra sao vazios tamb'em. o exemplo dio samba que te incomodou invade minha casa sim senhor, e a uma altura que parece que eu paguei a porra do ingresso e estou la no camarote. os barbaros que voltam do maracana caem em cima de mim enquanto se espancam dentro de um lugar fechado que 'e a porcaria do 434 que eu pego em dia de jogo. a fuma'ca dos carros destroi o ar que eu respiro, alem de levar a um padrao de comportamento que alem de extremamente predatorio, acarreta uma serie de disturbios sociais. pra causar um acidente de carro so precisa de um unico idiota fazendo a coisa errada, mas considerando as possibiloidades de capotamento, colisao, atropelamento e o escambau, da pra matar mais de 50 pessoas que nao fizeram nada de errado. a pecu'aria extensiva que te d'a picanha no supermercado destroi a vegetacao e fode com o clima da amazonia e do cerrado. o seu a'cai com granola depende de outra parcela de ataques ao meio, alem de contar com um regime de trabalho deplor'avel.

    eu nao tenho la muita esperanca, mas vou perguntar de nvo: deu pra perceber agora qual o papel dessas comparacoes? nao importa substantivamente a que cada uma delas se refere, o fato 'e que da pra levantar a estrutura dos argumentos anti fumo para esses casos. minha fuma'ca em locais fechados causa males, mas existem duzias de outros comportamentos que igualmente acarretam incomodos ou males para terceiros que nao tem nada a ver com a situa'cao. Mas tem sempre um bando de bobos prontinho pra sustentar bandeiras in'ocuas que lhe pare'cam bonitinhas.

    por 'ultimo: da uma lida nos cl'assicos com mais aten'cao. e lembre-se sempre de que existe uma diferen'ca substancial entre teoria que 'e usada e a pratica que dela resulta, e em se tratando de verificar essa relacao em institui'coes politicas essa distancia pode ser bastante grande.

    Por Blogger Cascarravias, Às domingo, junho 01, 2008  

  • voce deveria parar de tentar arrotar sabedoria quando o conteudo das criticas escapa a tua compreensao. erudi'cao de internet so impressiona ignorante. cacete, vc realemnte se acha tao genial assim dizendo essas coisas? quem disse? mamae? consulta vc primeiro um dicionario antes de dar tal instrucao pra outra pessoa.

    Por Blogger Cascarravias, Às domingo, junho 01, 2008  

  • Que bom saber que tens um ofício. Espero que se trate de um emprego de fato. Assim, posso ter esperança que num futuro próximo os analfabetos também tenham empregos dignos. Afinal, você não está muito longe deles. Apenas espero que seu chefe tenha a sensatez de jogar tudo na latrina e tratar você como um mero projeto de caridade. Sobre cultura internética, sinto dizer, mas não é minha fonte em nada. Aliás, cito minhas fontes em vários momentos.

    Por Blogger Caio Almendra, Às domingo, junho 01, 2008  

  • cita fontes que tem pouca ou nenhuma conexao com as opinioes que expressa em nome delas. faz um favor a si proprio, leia os classicos, e se abstenha de menciona-los ate que entenda um pouco mais o que dizem.

    Por Blogger Cascarravias, Às segunda-feira, junho 02, 2008  

  • Cara senhor que se enfezou com minha sugestão de ingerir cicuta, beba ácido fosfórico. Fará bem ao mundo. Citei, em meu texto, uma única frase de Nietzsche, que estava bem inserida no contexto. Citei em meus comentários o nome de Montesquieu. Em tal comentário, falava sobre o Poder Legislativo. Montesquieu é uma das fontes principais da divisão dos poderes tal como adotamos. Apenas citei-o no seguinte contexto, "A afirmação de que o Poder Legislativo só se justifica para defender a minoria nada tem com a divisão de poderes conforme montesquieu idealizou", (respondendo a sua afirmação jogada ao ar de que a única justificativa para a manutenção de um Legislativo seria a defesa das minorias). Tal afirmação é correta(a sobre Montesquieu), e adoraria que me provasse o contrário. Faria um imenso favor se citasse qualquer trecho do "Espírito das Leis"(confesso que foi o único que li de tal autor), que diga que o Legislativo defende as minorias. Aliás, afirmo e reafirmo que existem diversas outras razões para a manutenção de um Legislativo. Não citei as razões elencadas por Montesquieu, que acho ligeiramente defasadas, mas com certeza o sistema de contra-pesos é uma delas. Logo, a sua crítica de haver pouca conexão, não é cabível em nada. Indica, contudo, que a senhora sua anta está com raiva demais para saber do que está falando e não é capaz de ler e apreender nem as frases mais simples de um pobre coitado como eu. Assim, não encha a boca para falar de clássicos, se não consegue ler nem o óbvio.

    Li alguns clássicos no princípio da faculdade, e continuo a lê-los, quando me apetece. Contudo, não apoio todo meu saber sobre a leitura de nenhum deles. Há algo mais em nossas mentes.

    Por Blogger Caio Almendra, Às terça-feira, junho 03, 2008  

  • ler um pouco mais sobre o que voce acha que esta falando faz muito bem.

    Montesquieu 'e uma das fontes para a divisao e a sustentacao dos poderes. a preocupacao era quanto ao controle de eventuais excessos por algum dos setores do estado.

    Mas essa nao eh a unica fonte do nosso sistema politico constitucional, nem de longe. A mais forte influencia, de outra fonte francesa - o positivismo - considerava o legislativo inclusive sup'erfluo e pernicioso. Os estadonovistas de 37 adoraram essa ideia. a imprensa volta e meia difunde essa ideia de formas alteradas.

    eu nao preciso te mostrar onde ele disse o que eu levantei, pois em momento algum sugeri que ele dizia isso. o problema da minoria nao era uma questao na Franca, preocupada com a naçao e estruturaçao da institucionalidade pol'itica.

    Pros britanicos esse era um problema s'erio, por isso Locke foi mencionado. Esse argumento que eu usei (e nao 'e meu) esta a disposicao h'a s'eculos. Voce tinha perguntado de que latrina eu tirei aquilo: "Dois Tratados Sobre o Governo Civil". O direito de rebeliao contra a tirania esta ali tamb'em.

    Quanto a Nietzsche, nao disse que sua citaçao estava fora de contexto. disse que nit eh desnecessario, e nao mudei de opiniao.

    Por Blogger Cascarravias, Às terça-feira, junho 03, 2008  

  • Cheguei a pensar em comentar, mas deixa pra lá.

    Por Blogger André Pessoa, Às terça-feira, junho 03, 2008  

  • Meu caro, releia o que você acaba de escrever. Ora, então quer dizer que eu não falei nenhuma bobagem sobre clássico algum? Quer dizer que minha afirmação sobre Montesquieu não estava incorreta e tinha conexão com o que o autor diz? Ou quer reconsiderar, procurando em alguma de minhas palavras alguma coisa que escrevi sobre clássicos? Quer dizer que toda a merda que você escreveu sobre "Caio, vá ler os clássicos porque você está falando merda sobre eles", não tem o menor fundamento? Quer dizer que você é uma anta? Bem, "quid erat demonstratum" é suficientemente clássico para você? Sinto, mas apenas citei textos que li e pertinentes ao tema. Se tiver alguma opinião em contrário, quero citação minha e citação do autor, para que torne bem claro do que se trata. Se não, acho que não passa de sua verborragia inútil, incoerente e vazia, numa tentativa louca de provar que sei menos do que de fato sei.

    Sobre John Locke, confesso não ter lido nenhuma obra integral do dito, apesar de lido um bom número de textos pontuais. Contudo, ao que me lembre, Locke era um grande defensor do poder legislativo, inclusive pensando-o como poder hierarquicamente superior ao chefe de estado e ao de chefe de governo. Então, agora, mostre-me em que texto de Locke diz que a ÚNICA justificativa para a existência do legislativo é a defesa das minorias. O fedorento em sua afirmação não é criticar o legislativo, mas taxar soberbamente uma única razão para sua existência. Procure bem em Locke e se ele de fato disser isso, retiro dois dos muitos xingamentos que já lhe ofereci. À sua escolha, claro. Se não, provarás que é apenas mais uma besta enfezada e irritada.

    Por Blogger Caio Almendra, Às quarta-feira, junho 04, 2008  

  • Leiam isso daqui: http://www.reportersocial.com.br/noticias.asp?id=575&ed=economia

    Discordo do caio que diz que os não-fumantes devem pagar pelos malefícios econômicos do fumo. Para mim, meramente esses malefícios já bastavam para proibir. Não vejo falta de democracia na maioria exterminar um luxo tão caro de uma minoria. 200 bilhões de dólares só por conta do fumo são aproximadamente 40 doláres por pessoa por ano. Se pensarmos que muitos no mundo não vivem com um dólar por mês e que os 40 dólares iriam multiplicar a renda desses miseráveis em mais de 4 vezes, acho que o argumento econômico já bastaria para se proibir. Mas, tem que proibir no mundo inteiro, uma onda de proibições como das demais drogas. E francamente fumar em local fechado é um absurdo.

    Por Anonymous Anônimo, Às quarta-feira, junho 04, 2008  

  • Senhorita mariana souza,

    "Não vejo falta de democracia na maioria exterminar um luxo tão caro de uma minoria." é uma frase que no mínimo necessita de uma preposição pra ser considerada.

    Sobre as pessoas que ganham 1 dolar por mês comparadas com a bagatela de 40 dolares por pessoa no ano, é bobagem. Esse dinheiro nunca iria parar na mão desses. Eu inclusive prometo parar de fumar se rolar um movimento onde o dinheiro dos abstinentes forem para essas pessoas.

    Sobre o texto (bem bobo) que a senhorita nos mandou ler: Nenhum dos números apresentados no texto fazem cruzamentos. Fala-se sobre 200 bilhões gastos no mundo em tratamento em doenças relacionadas ao uso de tabaco e 3,8 milhões arrecadados de impostos no Brasil. Porra... não tá informando nada. Diz que um terço dos gastos relacionados a doenças causadas pelo tabaco vem dos países "em desenvolvimento". Vamos comparar o número de habitantes ou vamos continuar deixando vago?

    Senhorita Mariana souza... por favor, não?

    Por Blogger Danilo Lemos, Às quarta-feira, junho 04, 2008  

  • um dos teus problemas com os classicos eh nao saber que existe mais de uma fonte entre eles para a sustentaçao e legitimaçao de nossos poderes. outro 'e nao adimitir que desconhece boa parte do que eles disseram e o impacto dessas ideias na realidade historica que decanta essas 'instruçoes' em instituiçoes.

    voce mesmo ja adimitiu que deles leu alguma coisa no inicio da faculfdade, e agora de novo reconheceu que de locke sabe pouco. deixa de lado essa emp'afia juvenil e assume que tagarelou besteira sobre esse assunto. começou defendendo o ponto a partir de uma bobageira extremamente cliche midi'atico a respeito de 'papel fiscalizador' do legislativo, e foi migrando o argumento de ponto em ponto ate chegar onde chegou.

    o que voce disse sobre montesquieu esta errado pq esta incompleto e capenga, o que vc disse sobre a teoria cl'assica que sustenta o legislativo esta errado pelo mesmo motivo, ainda que mais deficiente.

    sinceramente, eu acho fazer papel de bobo tentar 'apresentar onde locke disse' qualquer coisa pra alguem que assumidamente desconhece as obras. voce nao tem a obrigacao de ler tudo isso, e como vc mesmo disse tem outras coisas pra preencher a mente. mas se essa 'e a opçao, melhor se abster de querer comentar tal assunto, e mais ainda, se abster de querer corrigir os outros. aceite o fato de que vc desconhece essas teses, e 'leituras pontuais' nao te dao subsidios pra corrigir o que nao se coaduna com suas ideias atabalhoadas. 'e por isso que a cada resposta voce fica pedindo indicaçao de onde esta isso ou aquilo, voce nao tem elementos pra compreender onde eles se completam, menos ainda pra perceber como a realidade historica brasileira foi prodiga pra misturar inclusive tradicoes contrarias como o liberalismo e o positivismo.

    pra quem criticou o texto do danilo como mal escrito, o senhor bem que poderia apresentar uma estrutura de texto um pouco mais razo'avel. o que fede nos teus escritos 'e a pretensao. o que nao cheira, por ausencia, sao os argumentos.

    Por Blogger Cascarravias, Às quarta-feira, junho 04, 2008  

  • mariana, t'a na hora do Chaves no sbt, vai la assistir.

    Por Blogger Cascarravias, Às quarta-feira, junho 04, 2008  

  • Cascarravias, minha cara anta, você é que anda de um lado para o outro, sem sentido algum. Primeiro, me dissesse que falava besteiras sobre os clássicos, agora me diz que não falei besteira, mas que li pouco deles. O que antes era: "Você não leu, apenas googleou", agora virou "Você leu pouco comparado a mim". Isso é pretensão, e aquilo era mentira. Você mostra cada palavra mais como és uma besta quadrada. Agora, não acredito que li pouco sobre a formação do estado brasileiro. Não falei de "papel fiscalizador" do legislativo, mas em sistema de contra-pesos. Um, de fato, compõe o outro, mas enquanto o papel fiscalizador é um clichê da mídia, o sistema de contra-pesos é conceito bem mais sofisticado. Sobre minha citação ser incompleta, sinto dizer, mas não estava escrevendo nenhum tratado. Apenas estava comentando uma besteria sua que ainda não conseguiste explicar(e duuvido que conseguirá). Ou seja, que porra é essa de "a única justificativa para a existência do legislativo"? Locke NÃO disse isso. Aliás, você sim falou merda sobre um clássico, ao dizer que essa sua frase de merda veio de Locke. Agora, se quiser empombar-se todo, igual a um idiota faria, e sustentar-se em minha humildade sobre o tal autor para INVENTAR que ele disse uma balela dessas, pode fazer. Te tornará ainda mais burro e arrogante. Locke não disse isso. E dizer que disse é
    "citar fontes que tem pouca ou nenhuma conexao com as opinioes que expressa em nome delas". Não acharás nada disso na obra de Locke. Não acredito como podes ser tão burro.m E tão arrogante, porque até agora, se postou como um "guardião" dos clássicos. Finalizando sobre o texto que comentei Montesquieu, você disse que era a única justificativa, usei dois exemplos para negar essa afirmação. O primeiro, o sistema de contra-pesos de Montesquieu, o segundo uma análise prática. Logo, não fiquei preso aos clássicos, a ver navios da realidade, como me acusaste.

    Não posso acreditar em quão burro seja.

    Mariana, a democracia não tem preço. Seria incorreto proibir o fumante de fumar em local próprio e seria ainda mis incorreto negar atendimento médico aos fumantes. A proibição absoluta envolveria a existência de danos expansivos, ou à valores superiores.

    Danilo, a má-distribuição de renda não é justificativa para não se economizar dinheiro algum. São problemas distintos, em planos completamente distintos. 200 bilhões é muito e não porque tem gente que ganha pouco. Se os governos economizassem esse dinheiro, eles poderiam realocá-los em bons programas sociais. Ou não. Poderiam inclusive financiar guerras. Agora, tornar os governos simplesmente mais pobre, aumentar seus gastos em saúde, não me parece ajudar em nada. Na minha opinião, divisão péssima de renda é um problema, gasto excessivo dos governos com saúde pública por conta dos cigarros é outro. A correção de um não corrigirá o outro. Mas, isso não faz que ambos sejam problemas separadamente.

    Cascarravias, apenas mostraste mais uma vez como pode ser grosseiro e pequeno. Essa me parece sua melhor tática para ganhar uma discussão. Mariana Souza é minha amiga, é uma mulher bem sucedida, chefe de uma equipe executiva e muito inteligente. Não tem tempo de assistir Chaves porque trabalha no mercado financeiro. Não o assistiria, se pudesse. Tem um refinado gosto cinematográfico. Por fim, é uma menina linda de morrer. Sua grosseria é completamente injustificada. Mas, não me admira em nada.

    Por Blogger Caio Almendra, Às quarta-feira, junho 04, 2008  

  • Mentira, o Chaves é BEM mais cedo. Não devia falar do que não sabe.

    Acho um barato o comentários ter mais caracteres do que todo o blog.

    E, galera,vai! O argumento do Hugo foi genial! Transformar tudo em "odor x vício" é até agora a única coisa realmente relevante e coerente!

    Por Blogger André Pessoa, Às quarta-feira, junho 04, 2008  

  • Olha, eu apenas acho o texto que ela indicou meio tendencioso. Em nenhum momento quis ofender a senhorita Mariana. Mas ele não me serviu de muita coisa, então achei relevante comentá-lo.

    Se eu citasse um texto de um outro site, gostaria que um outro olhasse e comentasse.

    Acho sinceramente chato, os xingamentos aqui nesse blog. Não é possível que a gente precise evocar nomes feios, ao próximo, a cada comentário. Sinceramente, não acho isso produtivo.

    Acho que essa discução entre o Casca e o Caio já acabou também né?
    Vamos esperar um próximo tema polêmico pra discutir mais? Esse tema já virou uma discussão cíclica, que não chega muito mais longe que isso. Se ninguém pede arrego, eu peço.

    Arrego, pinico!

    Prometo pra vocês todos que vou escolher um outro tema polêmico pra gente pensar sobre... esse morreu, ok?

    Por Blogger Danilo Lemos, Às quarta-feira, junho 04, 2008  

  • Assuntos polêmicos em falta?

    Tem aborto em caso de estupro e em risco de vida para a mãe que tão no forno, prorrogação da "expulsória" para os 75 anos, Amazônia e suas 57.000 ONGs, Sex and the City The Movie (uma bosta) e até aonde vão os interesses comerciais da reproduação de uma bela sitcom num longa metragem tosco, pantomímico e capenga?


    Tudo isso a gente deve discutir no casão ainda essa semana! Menos o Sex and The City, é claro...

    Por Anonymous Anônimo, Às quarta-feira, junho 04, 2008  

  • Poderia comentar: os índios têm baixado o cacete ultimamente, repararam?

    Mas tipo, eles não perderam? Na história como um todo... quem venceu?

    Não quero exaltar o Gal. Custer, mas tbm não dá pra ficar apoiando indigenistas canadenses com OUTROS interesses e órgão corruptos como FUNAIS e IBAMA, não é mesmo?

    Por Anonymous Anônimo, Às quarta-feira, junho 04, 2008  

  • Só aceito que moradores da floresta Amazônica optem pelos designos dela. Proteger a floresta quando não é você que não consegue dormir com os mosquitos é fácil... Bando de playboys... arg.

    Por Blogger André Pessoa, Às quarta-feira, junho 04, 2008  

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