Um Conto Pornográfico(Parte 2 - Estupro)
Quando viu a primeira gota de sangue sair da ponta de seu indicadore, todo o fogo dentro dela renasceu, reacendeu. Desejou tocar-se ali mesmo, ajoelhada no carpete da sala, sem despir-se, tocar seu clitóris com o dedo ensangüentado e sentir a dor do corte se abrindo e fechando e todo prazer que aquilo lhe traria. Mas, não podia arriscar, Pedro tinha um sono leve. Manuela pensou em acordá-lo, montar em cima dele, tirar-lhe a roupa, esfregar os dedos cortados sobre seu peito, manchando-o de sangue e expandindo suas feridas. Porém, o rapaz estava exausto e com todo aquele carinho e suavidade, provavelmente preferiria beijar seus dedos a rasgá-los. Ela não queria arriscar que esse excesso de "amor" estragasse um momento tão precioso.
Manu só via uma solução. Saiu da casa de Pedro, tirou o celular do bolso e discou com os mindinhos, para não mexer nas feridas antes da hora. Para sua infelicidade, percebeu que os cortes logo cicatrizaram. "Terei que fazer outros", pensou, "mas não posso estancar esse fogo". A moça tinha prometido jamais ligar aquele número novamente, mas se esqueceu de apagar. Naquele momento, ela percebe que, nesses últimos meses, tudo que queria realmente era poder ligar novamente para o Rafael. "Oi, é a Manu", "Eu sei", "Eu...", "Fala, o que você quer?", "Eu... Eu queria te ver", "Para quê?", "Só por te ver". Rafael concluiu com um "vem para cá", seco e distante.
Manuela sabia bem porque Rafael ostentava raiva. Da última vez que se viram, Manu o encontrou apenas para dizer que Pedro era um namorado muito melhor, que a tratava como uma princesa e que ela estava muito feliz. A moça percebia que cada palavra que falara teve a intenção de feri-lo, mas principalmente ferir a si mesmo. Quando disse "princesa", notou claramente a oposição ao termo "puta", que Rafael tantas vezes usava na cama. Nesse momento, ao redescobrir o tato dorido da ponta de seus dedos, Manu percebia que, apenas essa vez, queria ser puta novamente. A menina, contudo, era orgulhosa demais para voltar, com o rabo entre as pernas, para a cama de Rafael. Sentia, entretanto, que era uma razão de vida ou morte.
Desceu a portaria de Pedro, passou no primeiro bar que viu, comprou uma garrafa pequena de cerveja, bebeu metade quase que em um único gole. Acenou para um taxi, deu as direções da casa de Rafael, saltou do taxi, adentrou a portaria. No elevador, tirou toda a roupa, armou uma trouxa com a camisa social de Pedro e nua em pelo tocou a campainha de Rafael. Quando ele abriu, ela tinha as pernas cruzadas e os braços para trás. "Eu sabia que você não conseguiria ficar sem mim. Cadê seu príncipe encantado?"
Aquelas palavras, espontâneas e sem alterações de voz, feriram seu orgulho como nunca. Manu fez sinal para que Rafael se aproximasse. Porém, quando ele foi beijá-la, ela acertou a testa dele com a garrafa de cerveja, deixando-o desacordado. Manu tinha cacos de vidros espalhados por toda a sua mão. Ela jogou a trouxa com suas roupas dentro da casa e arrastou Rafael pelo tapete para dentro. Lá, trancou a porta, tirou sua bermuda, e chupou-o ágil e velozmente. Após breve instantes, seu pau estava mecanicamente ereto. Manu subiu em cima de Rafael, abriu sua buceta com a mão com cacos de vidro, cortando levemente seus lábios, e com a outra mão guiou Rafael para dentro de si. Apoiou a mão ferida na camisa de Rafael, na altura do peito, e galopou-o. Como colocava parte do seu peso sobre a mão, os cortes ficavam mais e mais profundos. Com a mão sadia, tocava-se, entre os seios e o clitoris, numa alternância irregular.
Depois, levou a mão machucada à boca, tirou parte dos caquinhos com os dentes e saboreou uma ou outra gota de sangue. Por fim, saiu de cima do rapaz, masturbou-o, enchendo seu membro de sangue, e colocou dentro de si novamente. Sentia o claro paladar de sangue por sua buceta e isso lhe agradava muito. Ela já não mais subia e descia sobre o corpo de Rafael, mas rebolava incessantemente, para frente e para trás. Depois, subiu alto, desceu, e lá ficou, com o pau de Rafael profundamente penetrado. Daí, apertou a ponta do indicador até se formar uma pequena gota de sangue e, debaixo para cima, esfregou essa gota contra seu clitoris sensibilizado. Nesse momento, suas pernas tremiam de gozo, ela estava molhada a ponto de escorrer e o interior de sua buceta contraia-se e descontrai-se pulsantemente. Ela gemia incompreensivelmente. Saciada, ela saiu de cima de Rafael.
Manuela se vestiu, foi ao banheiro, lavou as mãos, fez um curativo em um corte maior e deixou o apartamento. Rafael, semi-acordado, gemia de dor.



