Entre uma colação de grau e uma de velcro, a jovem Fernanda no meio...
Fui na colação de grau de um amigo ontem em Niterói. Com chuva. Só fui porque era de um grande amigo de infância e porque ele também esteve presente na minha. O primeiro que conheço que cola grau (aquela solenidade paga pelos formandos) depois de pegar o diploma (essa sim, a colação de grau oficial). Depois dos casamentos e funerais com sermão de padre, colações devem ser os eventos mais chatos de se assistir. De assistir. Porque pra quem cola grau é tranqüilo. Lembro que na minha estava completamente alcoolizado sob efeito de um vinho branco que tinha cor de guaraná (huuummm) e era tão gasoso quanto o refrigerante. Não leitores, não era espumante nem cidra! A bebida vinha numa garrafa rotulada macabramente de VINHO BRANCO. Mas isso não interessa.
Colações são assim mesmo. Parentes sem saco, amigos doidos para que aquela palhaçada termine logo e possam te levar pro bar mais próximo e professores sempre dispostos a citar Kant (alguém já teve a proeza de ler mais de dez páginas sem dormir?) Darcy Ribeiro (???) e algum generalalmiranteaviadorsoldadoseiláoquê norte-americano que pediu ajuda divina para poder aniquilar os japoneses na segunda guerra mundial.
A de ontem foi uma das menos chatas que fui. Resposta: bar ao lado da área onde os convidados se sentavam. Você até era obrigado a assistir aquela tortura, mas o acompanhamento era cerveja e bolinho de bacalhau. Menos mal.
***************
Chego em casa, pego um DanUp para cortar os efeitos do meu jantar de cerveja e bolinho de bacalhau e sei que vou iniciar o velho ritual de zapear por todos os canais sem achar nada de bom para assistir a uma da manhã. Eis que paro no programa de entrevistas do Amaury Junior (muito bom) para ver qual o convidado. Fernanda Young. Nunca fui muito fã dela no Saia Justa mas ali ela conseguiu prender minha atenção. Deixei o controle remoto de lado. Entre algumas baboseiras-bonitinhas como “me sinto constrangida por ter carro blindado” e “tenho muita inveja da Madonna, não gostaria de conhecê-la”. Ela proferiu algumas coisas legais como “a percepção da auto estima da mulher vem do olhar do outro” e mandou muito bem falando sobre religião e espiritualidade e a questão do aborto. Aí me liguei porque Fernanda tanto chamava minha atenção. Ela havia deixado o cabelo crescer e usava um rabo- de-cavalo (adoro mulheres com cabelos longos e rabo-de-cavalo). Estava linda. Uma Fernanda que nunca vi antes. Elogiando a Itaipava que serviram para ela, fazendo piadas, lendo poesia, doce, meiga, pequena (não sei a altura, mas ela não parece ser alta) e frágil. Dando vontade de levar pra casa, transar e depois discutir Jung com ela.
A bela disse que causa muita polêmica porque sempre acaba tocando as pessoas de alguma forma. Pois ontem ela me tocou. E (as feministas vão querer me castrar) adoraria que ela me tocasse de outras formas também. Me liguei que ela estuda Siddha Yoga e ela confirmou no programa. Pena que ela deve freqüentar em São Paulo. Adoraria encontrar com ela por aqui. Toda vez (de 3 em 3 meses) que vou para um satsang os mais antigos me perguntam se é a minha primeira vez. Se a Fernanda vier para o Rio é provável que eu aumente a minha freqüência.
No final do programa pude ver que se tratava de uma reprise, mas isso não mudou em nada minha mais recente paixão pela jovem Fernanda.
***************
Ok, agora o mais esperado. A colação de velcro, certo? Pois então, entre uma cerveja e outra, fui ao banheiro. Passando por um dos corredores de acesso vi duas garotas jovens e gostosas num intenso beijo de língua. Na hora minha mente (bêbada) fez uma associação brilhante (idiota): “colação de grau... colação de velcro!” Tudo subentendido!
Legal, né?
***************
É isso, tá bom por hoje. Semana que vem eu mostro meu excelente gosto para bebidas.
Daniel Pfaender
Colações são assim mesmo. Parentes sem saco, amigos doidos para que aquela palhaçada termine logo e possam te levar pro bar mais próximo e professores sempre dispostos a citar Kant (alguém já teve a proeza de ler mais de dez páginas sem dormir?) Darcy Ribeiro (???) e algum generalalmiranteaviadorsoldadoseiláoquê norte-americano que pediu ajuda divina para poder aniquilar os japoneses na segunda guerra mundial.
A de ontem foi uma das menos chatas que fui. Resposta: bar ao lado da área onde os convidados se sentavam. Você até era obrigado a assistir aquela tortura, mas o acompanhamento era cerveja e bolinho de bacalhau. Menos mal.
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Chego em casa, pego um DanUp para cortar os efeitos do meu jantar de cerveja e bolinho de bacalhau e sei que vou iniciar o velho ritual de zapear por todos os canais sem achar nada de bom para assistir a uma da manhã. Eis que paro no programa de entrevistas do Amaury Junior (muito bom) para ver qual o convidado. Fernanda Young. Nunca fui muito fã dela no Saia Justa mas ali ela conseguiu prender minha atenção. Deixei o controle remoto de lado. Entre algumas baboseiras-bonitinhas como “me sinto constrangida por ter carro blindado” e “tenho muita inveja da Madonna, não gostaria de conhecê-la”. Ela proferiu algumas coisas legais como “a percepção da auto estima da mulher vem do olhar do outro” e mandou muito bem falando sobre religião e espiritualidade e a questão do aborto. Aí me liguei porque Fernanda tanto chamava minha atenção. Ela havia deixado o cabelo crescer e usava um rabo- de-cavalo (adoro mulheres com cabelos longos e rabo-de-cavalo). Estava linda. Uma Fernanda que nunca vi antes. Elogiando a Itaipava que serviram para ela, fazendo piadas, lendo poesia, doce, meiga, pequena (não sei a altura, mas ela não parece ser alta) e frágil. Dando vontade de levar pra casa, transar e depois discutir Jung com ela.
A bela disse que causa muita polêmica porque sempre acaba tocando as pessoas de alguma forma. Pois ontem ela me tocou. E (as feministas vão querer me castrar) adoraria que ela me tocasse de outras formas também. Me liguei que ela estuda Siddha Yoga e ela confirmou no programa. Pena que ela deve freqüentar em São Paulo. Adoraria encontrar com ela por aqui. Toda vez (de 3 em 3 meses) que vou para um satsang os mais antigos me perguntam se é a minha primeira vez. Se a Fernanda vier para o Rio é provável que eu aumente a minha freqüência.
No final do programa pude ver que se tratava de uma reprise, mas isso não mudou em nada minha mais recente paixão pela jovem Fernanda.
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Ok, agora o mais esperado. A colação de velcro, certo? Pois então, entre uma cerveja e outra, fui ao banheiro. Passando por um dos corredores de acesso vi duas garotas jovens e gostosas num intenso beijo de língua. Na hora minha mente (bêbada) fez uma associação brilhante (idiota): “colação de grau... colação de velcro!” Tudo subentendido!
Legal, né?
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É isso, tá bom por hoje. Semana que vem eu mostro meu excelente gosto para bebidas.
Daniel Pfaender

6 Comentários:
Pô, a Fernanda Young não tem nada de sexy !
Mas não importa. Acho que toda colação deveria ter um barzinho com bebidinhas e comidinhas pra degustar pq sóbrio é foda aturar...
Por
Anônimo, Às
sexta-feira, outubro 20, 2006
eu gosto da fernanda young, não me pergunte pq, mas eu gosto, sempre gostei e acho q gostaria tb dos livros dela...
sei lá pq...
abraço
Por
Anônimo, Às
sexta-feira, outubro 20, 2006
A Fernada Young é linda!!E esbanja charme.
Quando eu crescer quero ser que nem ela!
Por
Anônimo, Às
sexta-feira, outubro 20, 2006
Adorei o texto. Mto bom mesmo..
Mas eu detesto a fernanda..
Desculpa..
bjos
Por
Anônimo, Às
sexta-feira, outubro 20, 2006
eu não conheço a fernanda, as vezes acho ela inteligente, as vezes mala...mas eu curto esse personagem que ela criou pra tv, a mulher inteligente e rabugenta, que reclama de tudo e todos mas que no fundo é meio careta e família...
Por
Anônimo, Às
sexta-feira, outubro 20, 2006
Eu namorei a fernanda. Ela era ótima de cama.
Por
Anônimo, Às
sexta-feira, outubro 27, 2006
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